“Quase 55 milhões de pessoas nas zonas urbanas devem estar em situação de risco hídrico em 2035, sem disponibilidade suficiente de água para o pleno atendimento de suas demandas, se nada for feito até lá. Para atenuar o problema, foram identificadas 99 intervenções como barragens, sistemas adutores, canais e eixos de integração das bacias hidrográficas que permitem aumentar a oferta em áreas críticas. Essas soluções, no entanto, vão exigir investimentos de R$ 27,5 bilhões ao longo dos próximos 15 anos.”Assim começou o artigo publicado no Valor Econômico, no dia 10/04/2019, tendo por base o Plano Nacional de Segurança Hídrica-PNSH, elaborado pela ENGECORPS para a Agência Nacional de Águas, agora vinculada ao Ministério de Desenvolvimento Regional-MDR.

Realizado de forma inédita e inovadora, o PNSH constitui um instrumento executivo para a tomada de decisões do governo federal. A partir de diretrizes e critérios advindos do conceito de Segurança Hídrica, o PNSH assegura ao Brasil um planejamento integrado e consistente de infraestrutura hídrica com natureza estratégica e relevância regional, até o horizonte de 2035, para redução dos impactos de secas e cheias. Além das obras, também são identificados os estudos adicionais e projetos necessários para viabilizá-las, bem como as lacunas de conhecimento em áreas de baixa segurança hídrica, para as quais foram propostas ações específicas.

Fonte: Agência Nacional de Águas - ANA

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